17/01/2022

UM ANO DE VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 NO BRASIL: VEJA COMO CENÁRIO EVOLUIU

 


A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil completa um ano nesta segunda-feira (17/1). Há 12 meses, os brasileiros assistiram a enfermeira Mônica Calazans receber, em São Paul (SP), a primeira dose de um imunizante aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra o Coronavírus, a Coronavac.

Para muitos, a cena é guardada na memória como um momento de renovação de esperanças após um ano de incertezas, com mais de 8 milhões de casos confirmados da doença e cerca de 209 mil óbitos até então.

De lá para cá, muita coisa mudou — para começar, mais de 339 milhões de doses de vacinas foram distribuídas em todo o país. Cerca de 68% da população brasileira completou o esquema de imunização com duas doses ou dose única, e 15% já receberam o reforço, segundo dados do monitoramento Our World in Data, projeto feito em parceria com a Universidade de Oxford para acompanhar o ritmo da vacinação no mundo.

Hoje, mesmo vivendo mais uma onda de novos casos impulsionada pela variante Ômicron, os óbitos em consequência da Covid-19 não têm acompanhado a alta nos diagnósticos: na semana epidemiológica entre os dias 2/1 e 8/1/22, foram registrados 208 mil casos de Covid-19 em todo o Brasil, de acordo com a plataforma do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), e 832 óbitos foram contabilizados.

A título de comparação, entre 15/11 e 21/11 de 2020, antes da vacina, o país teve uma quantidade semelhante de casos (203 mil), mas foram 3.331 mortes. Boa parte desta queda tem a ver com os imunizantes, que se mostram eficientes para evitar casos graves, hospitalizações e óbitos em consequência da infecção causada pelo coronavírus. De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a maioria dos pacientes internados no país não tomou a vacina.

“Estamos vendo a redução progressiva de internações e mortes graças à vacinação. Começamos atrasados, com todas as questões que envolveram a compra de vacinas no início mas, assim que tivemos doses, a vacinação andou rápido. Chegamos a vacinar 2 milhões de pessoas por dia, em maio. Isso mostra o know-how que o Brasil tem no assunto”, afirma a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi.

A Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, distribuída pelo Instituto Butantan, virou alvo de disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O chefe do Executivo se posicionou contra o imunizante, levantando dúvidas sobre a sua segurança e eficácia, e chegou a desautorizar a compra das doses pelo Ministério da Saúde.

Enquanto isso, o governador de São Paulo adotou a vacina e o Instituto Butantan chegou a começar a produção da fórmula antes mesmo de o governo federal adquirir as doses. A queda de braço só acabou no início de janeiro, quando o então ministro Eduardo Pazuello anunciou a compra de 100 milhões de doses da Coronavac e a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunizações (PNI).

A grande aposta do governo federal na época era a vacina de Oxford/AstraZeneca, que seria envasada na Fiocruz antes de começar a ser produzida em território nacional. O Brasil contava com lotes a serem enviados pelo Instituto Serum, da Índia, mas problemas de logística e a situação do país asiático, que vivia uma alta nos casos, causaram o atraso do envio das primeiras doses da vacina. Assim, a primeira dose aplicada por aqui foi da Coronavac.

Até a compra das vacinas da Pfizer/BioNTech, que hoje são os principais imunizantes aplicados no Brasil, foi cercada de problemas: o processo foi parar na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Covid), sob a alegação de que o governo brasileiro teria ignorado três ofertas para aquisição das doses em agosto de 2020, evitando que 18,5 milhões de doses fossem enviadas ao Brasil em dezembro do mesmo ano.

Novo fôlego para a vacinação


DISLEXIA: TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM AFETA MAIS DE 10 MILHÕES DE BRASILEIROS



CELEBRIDADES COMO STEVE JOBS, LEWIS HAMILTON, STEVEN SPIELBERG E JENNIFER ANISTON FORAM DIAGNOSTICADOS COM O DISTÚRBIO

Sabe o que Steve Jobs, Lewis Hamilton, Steven Spielberg e Jennifer Aniston têm em comum? Dislexia, um transtorno neurobiológico que pode afetar a pessoa na hora de ler, falar e escrever.

Mãe de duas crianças diagnosticadas com o transtorno, a agente de viagens Fabiola Helou diz que a dislexia não é preguiça ou corpo mole.

"Na verdade a criança com dislexia se esforça cinco vezes mais. É que o esforço dela não é suficiente porque ela tem uma condição neurobiológica de decodificação", afirmou.

Estima-se que 10 milhões de brasileiros possuem dislexia. E quanto mais cedo o transtorno for identificado melhor para a criança. Mas no Brasil esse diagnóstico não costuma chegar na hora certa.

O ideal é identificar o problema aos seis anos, no começo da alfabetização. Mas um relatório nacional aponta que isso só ocorre em média perto dos nove anos.

"São pessoas que tem total potencial para contribuir com a nossa sociedade e se desenvolver. Mas se não forem identificadas, provavelmente elas terão uma dificuldade de se inserir no mercado de trabalho e depois de contribuir para a sociedade", disse Juliana Amorina, presidente do Instituto ABCD.

MANDIOCA GIGANTE DE 1,68 M É COLHIDA POR AGRICULTOR EM SITIO NO CEARÁ


Raimundo Nota de Sousa, 65 anos, colheu uma mandioca de 1,68 metro de comprimento em Ararendá, no interior do Ceará. — Foto: Arquivo pessoal

Uma mandioca gigante de 1,68 metros de comprimento foi colhida por um agricultor em um sítio na localidade de Angola, na cidade de Ararendá, no interior do Ceará. A colheita da raiz, conhecida também como macaxeira ou aipim, ocorreu na manhã deste domingo (16).

Segundo Raimundo Nonato de Sousa, de 65 anos, ele cultivava a mandioca há três anos e hoje, ao fazer a colheita, foi surpreendido pelo tamanho. Apesar da peculiaridade, o agricultor afirma que não é a primeira vez que vê uma raiz tão grande.
Agricultor mediu o tamanho da mandioca gigante uma trena. — Foto: Arquivo pessoal

"Há cerca de 30 anos colhi uma mandioca de dois metros em outra localidade de Ararendá, perto da lagoa de Santo Antônio, onde tenho umas terrinhas. Lá dá mandioca grande", disse.

Conforme Raimundo, a mandioca gigante foi cortada e os pedaços divididos para cinco famílias. "Minha vizinha disse que vai fazer um bolo com a parte dela. Minha parte eu vou cozinhar e comer", afirma o agricultor.

Além de mandioca, Raimundo cultiva na propriedade milho, feijão e gergelim, que são vendidos e usados para consumo da família.
Além de mandioca, agricultor cultiva feijão, milho e gergelim no sítio da família no interior do Ceará. — Foto: Arquivo pessoal

Fonte:  g1 CE/ Nosso Paraná

16/01/2022

NOTA DE FALECIMENTO E CONVITE SEPULTAMENTO

Noticiamos a nota de falecimento do Sr Manoeudes Limeira Pinto, o mesmo faleceu na noite de ontem dia 15/ 01, contava com a idade 43 anos de idade, seu corpo está sendo velado em sua residência na rua Antomar Brito de Freitas.

 Ainda Consternados com seu  Falecimento convidamos parentes e amigos para o sepultamento que ocorrerá hoje às 16:30 em portalegre.

 
A sua memória ficará para sempre guardada nossa nossos corações. A saudade será eterna,desse Homem q Fazia a diferença nas programações rádio. 

  

02/01/2022

CONFIRA DATAS DE PAGAMENTOS DO AUXILIO BRASIL PARA O ANO DE 2022

Na última quinta-feira (30), o ministério da Cidadania divulgou, o calendário de pagamentos do Auxílio Brasil para 2022. A terceira parcela do benefício será paga no próximo dia 18 de janeiro.

Para saber o dia em que o auxílio estará disponível para saque ou crédito na conta bancária, é preciso verificar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS há uma data correspondente por mês.

Por exemplo, quando o NIS termina em 1 o pagamento será em 18 de janeiro.

As parcelas mensais do Auxílio Brasil ficam disponíveis para saque somente por 120 dias após a data indicada no calendário.

MOTORISTA NÃO PAGARÁ DPVAT PELO SEGUNDO ANO SEGUIDO: EXCEDENTE; DE RECURSOS COBRIRÁ INDENIZAÇÕES EM 2022

 Motorista não pagará DPVAT pelo segundo ano seguido; Excedente de recursos cobrirá indenizações em 2022

Pelo segundo ano seguido, os motoristas ficarão isentos de pagar o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos (DPVAT). A medida foi aprovada no último dia 17 de dezembro pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão vinculado ao Ministério da Economia.

Segundo o CNSP, a isenção pôde ser concedida porque existe um excedente de recursos no FDPVAT, fundo da Caixa Econômica Federal que administra os recursos do DPVAT, para cobrir os prejuízos com acidentes de trânsito.

Ao ser constituído, em fevereiro de 2021, o FDPVAT recebeu R$ 4,3 bilhões do consórcio de seguradoras que formavam a Seguradora Líder para o fundo. Desde então, o dinheiro vem sendo consumido com o pagamento das indenizações.

“O CNSP tem efetuado reduções anuais sistemáticas no valor do prêmio como forma de retornar, para os proprietários de veículos, estes recursos excedentes, já tendo, inclusive, estabelecido valor igual a zero, para todas as categorias tarifárias, para o ano de 2021. Tal decisão promove a devolução à sociedade dos excedentes acumulados ao longo dos anos. Sem nova arrecadação, a tendência é que esses recursos sejam consumidos com o pagamento das indenizações por acidentes de trânsito ao longo do tempo”, informou o órgão.

O CNSP atendeu a pedido da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O excedente foi formado com os prêmios pagos pelos próprios proprietários de veículos ao longo dos anos. Apesar de ajudar os motoristas, a medida afeta o Sistema Único de Saúde (SUS), que recebia 45% da arrecadação anual do DPVAT.

A isenção vale para todas as categorias. Caso a cobrança fosse mantida, os motoristas teriam de pagar de R$ 10 a R$ 600 para custear as coberturas do seguro obrigatório. As tarifas variam conforme o tipo de veículo e a região do país.

Agência Brasil

06/11/2021

EX-VOCALISTA DA CALCINHA PRETA É ENCONTRADO MORTO DENTRO DE CASA EM ARACAJU

 

 

José Aparecido da Silva, de 57 anos, conhecido como Sidney Chu, primeiro vocalista da banda Calcinha Preta, foi encontrado morto dentro de casa, no bairro de Nossa Senhora do Socorro, em Aracaju.

A informação foi confirmada pelo Instituto de Criminalística (IC) da cidade, acionado na noite da última quinta-feira (4) para uma ocorrência no local.

De acordo com informações do perfil Cearabelha, dedicado a banda, o corpo do artista foi encontrado com ferimentos feitos por golpes de facas. Vizinhos de Chu relataram à polícia terem ouvido gritos no interior do imóvel. O crime está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

“O cantor, segundo audios que circulam no whatsapp de pessoas e vizinhos, teve uma briga com o namorado minutos antes da fatalidade”, relata o perfil.

Sidney Chu foi o vocalista da primeira formação da banda Calcinha Preta, entre 1995 a 1998, ao lado de Luciana Linhares.

Nas redes sociais, o perfil da banda não se pronunciou sobre o caso. Marlus Viana, que cantou na banda, lamentou a situação em uma postagem dedicada ao grupo.

“Eu te levo para aonde o sonho mora”. Vai com Deus Xuxu!! É como você era conhecido entre a gente!!”, escreveu.


Bahia Notícias

UM ANO DE VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 NO BRASIL: VEJA COMO CENÁRIO EVOLUIU

  A campanha de vacinação contra a  Covid-19 n o Brasil completa um ano nesta segunda-feira (17/1). Há 12 meses, os brasileiros assistiram a...