21/09/2011

RELACIONAMENTO ABERTO


Quando e por que uma terceira pessoa é consentida na relação?



Eles têm uma relação sólida, são apaixonados, mas ficam com outras pessoas e ambos sabem de tudo. Sinceridade, maturidade, preservação da liberdade, pura fantasia? Pode um relacionamento deste tipo ser viável entre um homem e uma mulher? Para o psicólogo Cláudio Machado Lopes Cavalcante, especialista em Psicologia Clínica, pessoas com este comportamento demonstram vários sentimentos.

“A falta de segurança destaca principalmente aspectos psicológicos que denotam angústia, conflitos interiores, solidão, insegurança e baixa autoestima”, ressaltou.

Ainda de acordo com o especialista, podem haver outros temores nesta forma de proceder.

“O ciúme também se fortalece pelo sentimento de insegurança diante do parceiro, virando um círculo vicioso. Pela incoerência e medo de perder a pessoa amada, inclui-se uma terceira pessoa no relacionamento, pensando em ter o controle da situação”, concluiu.

Entre os famosos

Brittney Jones foi tema de várias manchetes no ano passado, porque contou à revista “Star Magazine” que tinha um caso com Ashton Kutcher. Na entrevista, ela afirmava que o famoso casal vive uma relação aberta.

“Ashton me disse que ele e Demi têm uma relação aberta e que, às vezes, mantêm relações a três. Eu não senti como se ele tivesse traindo sua esposa, me senti normal”, revelou a moça à revista.

Processo

A reportagem provocou desconforto para o casal. Kutcher comunicou, na ocasião, que ia processar Brittney e a “Star Magazine” pela divulgação do texto, onde a jovem afirmou ter sido sua amante: “Ele me disse que os dois compartilham mulheres, mas que ele não pode sair e dormir com outra mulher sozinho. Me explicou que ele e Demi têm um acordo em que podem dividir amores, mas se sentiu mal por ter se relacionado comigo sem dividir”, continuou

Aceitavam modelo, apesar do remorso
Juliana Salinas, de 24 anos, e Alan Salinas, de 31, procuraram a felicidade através do relacionamento aberto. Inserir pessoas na relação deles durante o namoro e o período que foram morar juntos não foi obstáculo, já que havia plena concordância de ambos. Apesar das brigas que surgiram devido ao ciúme, Juliana declara que a situação perdurou durante algum tempo.

“Ao colocarmos nossas cabeças sobre o travesseiro, sentíamos remorso. Só que no dia seguinte queríamos mais”, disse.

Alan, que já frequentara a Igreja Universal, estava afastado, e Juliana detestava a IURD. Certo dia, ao observar seu companheiro chorando e dizendo que não estava feliz com aquela situação, decidiram comparecer à Igreja. “Eu tinha dúvidas quanto à existência de Deus, mas, após ser curada de um problema no estômago, passei a dar crédito à Palavra de d’Ele. Não aceitávamos mais aquela situação e nos entregamos ao Senhor Jesus”, recorda Juliana.
Na IURD alcançaram a libertação. O casal destaca que a Terapia do Amor os ajudou muito. “Essa reunião é essencial. Aprendemos a cuidar do nosso coração e buscar a Deus. Hoje somos casados e sou feliz como nunca fui. E nunca seria se não tivesse conhecido o Senhor Jesus”, contou.

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