Consumo se interiorizou, admite Sesap
Na avaliação do secretário estadual de saúde, Domício Arruda, a pesquisa comprova que o consumo de crack ultrapassou as barreiras da Região Metropolitana e se interiorizou. "O trabalho de detecção e tratamento dessas pessoas é feito pelos municípios por meio dos Caps, contudo a secretaria dar o suporte e capacitação para os profissionais que vão lidar com os dependentes químicos", disse.
Domício afirmou também que a Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) conta com um setor para capacitar os profissionais encaminhados pelos municípios. Atualmente, segundo o secretário, a Sesap oferece tratamento para os usuários de drogas no Hospital Psiquiátrico João Machado que conta com 130 leitos, sendo a maioria utilizada por usuários de drogas, especialmente do álcool.
A quantidade de leitos será ampliada visto que a unidade hospitalar conta com espaço suficiente, porém a equipe da Sesap aguarda uma portaria do Ministério da Saúde que vai regulamentar quantos leitos devem ser acrescentados e disponibilizados exclusivamente para internação dos usuários e dependentes de crack que necessitem de atendimento diferenciado.
Os dados do levantamento foram informados pelos próprios municípios brasileiros em 2010. O observatório é mais uma ferramenta fundamental para a gestão de ações municipais intersetoriais. A pesquisa conta com informações completas do mapeamento feito em 4.422 das 5.155 cidades do país e possibilita uma avaliação da situação enfrentada por cada ente municipal com o objetivo de orientar a gestão local para a estruturação e organização de ações e serviços de monitoramento e controle do crack e outras drogas.
O Observatório do Crack também tem a finalidade de captar e manter informações atualizadas e seguras por município sobre a situação real da circulação e consumo de drogas, bem como sobre as políticas locais de enfrentamento ao crack e outras drogas, as estruturas assistenciais, os programas, as iniciativas inovadoras, o financiamento e as experiências bem sucedidas.
A ideia éque as informações sejam inseridas a atualizadas periodicamente pela equipe municipal, que terá acesso livre as suas informações e ficará responsável pelas mesmas. A CNM manterá todas as informações em ambiente seguro do Observatório e publicará apenas os dados gerais por município.
Domício afirmou também que a Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) conta com um setor para capacitar os profissionais encaminhados pelos municípios. Atualmente, segundo o secretário, a Sesap oferece tratamento para os usuários de drogas no Hospital Psiquiátrico João Machado que conta com 130 leitos, sendo a maioria utilizada por usuários de drogas, especialmente do álcool.
A quantidade de leitos será ampliada visto que a unidade hospitalar conta com espaço suficiente, porém a equipe da Sesap aguarda uma portaria do Ministério da Saúde que vai regulamentar quantos leitos devem ser acrescentados e disponibilizados exclusivamente para internação dos usuários e dependentes de crack que necessitem de atendimento diferenciado.
Os dados do levantamento foram informados pelos próprios municípios brasileiros em 2010. O observatório é mais uma ferramenta fundamental para a gestão de ações municipais intersetoriais. A pesquisa conta com informações completas do mapeamento feito em 4.422 das 5.155 cidades do país e possibilita uma avaliação da situação enfrentada por cada ente municipal com o objetivo de orientar a gestão local para a estruturação e organização de ações e serviços de monitoramento e controle do crack e outras drogas.
O Observatório do Crack também tem a finalidade de captar e manter informações atualizadas e seguras por município sobre a situação real da circulação e consumo de drogas, bem como sobre as políticas locais de enfrentamento ao crack e outras drogas, as estruturas assistenciais, os programas, as iniciativas inovadoras, o financiamento e as experiências bem sucedidas.
A ideia éque as informações sejam inseridas a atualizadas periodicamente pela equipe municipal, que terá acesso livre as suas informações e ficará responsável pelas mesmas. A CNM manterá todas as informações em ambiente seguro do Observatório e publicará apenas os dados gerais por município.
FONTE DIARIO DE NATAL
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