Depois de se tornar uma forte ferramenta de impulso e concretização para campanhas de entretenimento, arte, new business e ciência – é claro, as mídias sociais conquistam um novo segmento do universo social: a política. Mais do que promessas, comícios, carreatas e vídeos no horário eleitoral obrigatório, o marketing veio abrir caminho dentro do gigantesco mundo da web para desenvolver campanhas políticas online, vencedoras e inesquecíveis.

É improvável que alguém consiga falar de marketing político sem citar o mais famoso dos cases de sucesso na rede. Durante o ano de 2008, o nome do presidente dos EUA, Barack Obama, tomou conta das tags em toda a web. O homem que seria o primeiro líder negro da nação norte americana, gerou uma explosão de interatividade com os usuários do Facebook e do Twitter. Chamou a atenção de milhares de empresários e investidores com o conteúdo direcionado do Linkedin. Conquistou uma legião de colaboradores através dos virais postados do Youtube, que conseguiu atingir os desejos e sentimentos sociais do povo americano. Bem que ele avisou: “Yes, we can”. E conseguiu. Conseguiu por que teve visão, traçou uma posição, se aproximou dos eleitores de maneira transparente e construiu um caminho sólido em um terreno aparentemente incerto, mas que se mostrou um dos mais fiéis.
Mais do que uma central de relacionamento, as redes sociais funcionam como um pólo de compartilhamento de informação e potencializador crítico, que refletem o amadurecimento político e social da população. O candidato que pisa nas terras desse ambiente virtual com transparência desenvolve a característica de humanização frente aos eleitores/ usuários e se torna visível, próximo e comum. É estratégia inteligente por pouco custo. O que Obama fez foi o mais básico e indispensável do marketing digital. Mapeou o público alvo com direcionamento segmentado, revelou seus valores, manteve um posicionamento e monitorou sua capacidade de influência, medindo a dimensão das suas atividades. Planejou, criou, interagiu e conquistou a lealdade das pessoas. Mostrou quem ele era. Por que é isso que interessa a população. Porque as promessas, intenções e projeções políticas, econômicas e sociais do candidato, o eleitor já sabe quando assiste ao programa do partido. Obama usou toda a inteligência de disseminação de conteúdo das redes sociais e transformou uma campanha eleitoral em uma forte e gigante comunidade online.
Essas ferramentas, que estão ao alcance de qualquer um e que mais parecem um ambiente comum para diversão e entretenimento, têm um poder incontestável de mobilização social. Tão poderosas quanto qualquer veículo de comunicação em massa, as social media agem como dispositivos de compartilhamento de informação mundial na velocidade de um click. São capazes de gerar uma repercussão imediata e abrir possibilidades de relacionamento em dimensões que não se medem. Registram e constroem imagens indestrutíveis. São as aliadas mais fiéis daquele que quer e precisa se comunicar com as pessoas.
O marketing digital-político nas redes sociais é democrático. Com transparência, inteligência, carisma, posicionamento e estratégias práticas, Obama deixou de ser o candidato Barack Obama para assumir a posição de Senhor Presidente. Você, candidato das próximas eleições do Brasil, sim, você pode. Pode se juntar aos cases de sucesso espalhados pelo mundo. Sim, você pode. Yes, we can help you.
Agência BLUH!
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